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CONVITE

Lançamento de O Fragmentado Max Alexander na 28ª Bienal de São Paulo.

Por que gostamos tanto de ficção? Apenas entretenimento? Não acredito nisso. Nem sempre é porque queremos fugir da realidade. Às vezes, é justamente porque falta na realidade uma peça, e imaginar qual peça se encaixaria melhor nos coloca no caminho certo para encontrá-la. Você pode pensar: tudo bem, mas esse será o melhor jeito de preencher as lacunas que encontramos em nossas vidas? Bom, está funcionando em muitos lugares e há muito tempo, afinal, toda hipótese científica começa como um exercício de imaginação. O próprio método científico é prova disso. Ah, então estou comparando ficção científica com rigor acadêmico? Não exatamente, mas muitas ideias nascidas da ficção se tornaram reais, como o submarino, preanunciado por Júlio Verne, ou até a viagem à Lua. Talvez não consigamos grandes inovações tecnológicas com O Fragmentado Max Alexander. Mas talvez consigamos aprimorar nossa forma de pensar sobre a família, as pessoas e o valor que tem a vida humana. Na jornada de Max, ele enfrenta muitos desafios que figuram na história do nosso cotidiano. Claro, alguns mais que outros, como relações de abuso emocional, a tensão entre enxergar os limites do certo e do errado e manter a pureza, a redenção pelos erros do passado, o arrependimento e o amor. É possível que, se você observar atentamente cada sombra e cada feixe de luz ao longo desta jornada, encontre respostas para perguntas que ainda nem percebeu que carrega.

Então, retornando à pergunta: por que gostamos tanto de ficção? Porque desejamos ver o futuro e, não só vê-lo, construí-lo. E certamente não qualquer futuro. Um futuro melhor.

Convido você a conhecer essa história.

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